blackfish.labs

Trading proprietário · desde 2020

Construímos a tecnologia de trading que nós mesmos operamos.

A blackfish.labs é um laboratório próprio. Desde 2020 monitoramos mercados, automatizamos execução com grid trading e analisamos commodities agrícolas — em sistemas escritos por nós, para a nossa operação.

Não operamos capital de terceiros.

tendência de alta EMA20 > EMA50
  • EMA20 4.78
  • EMA50 4.66
  • cruzamento
Tendência de alta: o preço trabalha acima da EMA20, que cruzou para cima e segue acima da EMA50. Ilustração do método, não de um resultado.

Por que construímos

O plano quase sempre é bom. A execução manual é que não é.

  • A decisão muda com o humor

    A mesma regra sai de um jeito no lucro e de outro no prejuízo. A inconsistência custa mais caro do que a estratégia errada.

  • A planilha chega tarde

    Dados de commodities vivem espalhados entre boletins, cotações e câmbio. Quando a conta fecha na mão, a janela de hedge já passou.

As três frentes

Uma engenharia só, do índice ao grão.

Três frentes sobre a mesma base. O que muda entre elas é o mercado, o horizonte e o que conta como risco.

Enxergar o mercado inteiro, o tempo todo

Monitoramos o comportamento de índices, ativos financeiros e commodities para identificar oportunidades em opções, mercado futuro e spot. O sinal chega no momento em que o padrão aparece, não no fechamento.

Monitoramento · índices · opções · futuro · spot

Executar a regra sem depender de ninguém

Automação de negociações em mercados tradicionais e blockchains por meio de algoritmos de grid trading combinados com bias. A regra entra igual na abertura e no fechamento do pregão, porque não é uma pessoa que a aplica.

Grid trading · grid · bias · blockchains

Ler o agro antes da decisão de hedge

Analisamos o mercado de commodities agrícolas em busca de oportunidades para operações de hedge ou alavancagem — com boletim, cotação e câmbio já reduzidos a um número na hora de decidir.

Agro commodities · hedge · alavancagem

Como trabalhamos

Como uma ideia vira um sistema em produção.

  1. 01

    Hipótese

    Uma leitura de mercado vira regra escrita: níveis, bias, tamanho de posição e o teto de risco que o sistema não pode ultrapassar.

  2. 02

    Backtest

    A regra roda contra dados históricos, os períodos ruins inclusive. A maior parte das hipóteses morre aqui — é exatamente para isso que a etapa existe.

  3. 03

    Capital pequeno

    O que sobrevive vai ao ar com tamanho reduzido. Comportamento real, dinheiro real, exposição mínima — porque histórico não é mercado.

  4. 04

    Produção

    O sistema passa a operar em escala, monitorado. Segue em revisão enquanto o mercado muda — e o mercado muda.

Princípios

O que orienta cada sistema que colocamos no ar.

  • Regra escrita antes do código

    Nenhum sistema nasce de intuição em tempo real. A regra é escrita e revisada antes de virar implementação.

  • Risco é limite, não intenção

    O teto de exposição vive no código, não na disciplina de quem está olhando a tela às três da manhã.

  • Backtest antes de capital

    Nada vai ao ar sem histórico, e o histórico inclui os períodos ruins. Sem isso, é palpite com nome técnico.

  • Quem constrói é quem opera

    Não existe entregar e sair. Quem escreve o sistema é quem o roda e quem responde pelo resultado dele.

  • Sistema que não se observa não se controla

    Tudo que está em produção emite log, métrica e alerta. Um algoritmo silencioso é um algoritmo que se descobre tarde demais.

  • Do índice ao grão

    Um contrato futuro e uma saca de soja são séries temporais com regras diferentes. A base de engenharia por baixo é a mesma.